Aspectos Históricos do Estado de São Paulo
I- São Paulo no Período Colonial
(1.500-1.822)
De 22 de abril de 1.500, quando a esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil, até a Proclamação da Independência, em sete de setembro de 1.822, nosso país era considerado colônia portuguesa.A região de São Paulo durante o período colonial não teve destaque econômico, pois, este era exclusivo na região nordestina açucareira. Enquanto isto se dedicou à catequese indígena e ganha destaque com o movimento das Entradas e Bandeiras, cujo resultado maior foi à formação da "Cultura Caipira".
Proposta: Pesquisa de uma música sertaneja que nos retrate à memória do país em
seu período colonial.
Objetivo: Resgate da história nacional através da música.
Fonte: Keli e Léa.
Música: Encanto da Natureza
Tu
que não tiveste a felicidade
Deixa a cidade e vem conhecer
Meu sertão querido, meu reino encantado
Meu berço adorado que me viu nascer
Venha mais de pressa, não fique pensando
Estou te esperando para te mostrar
Vou mostrar os lindos rios de águas claras
E as belezas raras do nosso luar
Quando a lua nasce por detrás da mata
Fica cor de prata a imensidão
Então fico horas e horas olhando
A lua banhando lá no ribeirão
Muitos não se importam com este luar
Nem lembram de olhar o luar na serra
Mas estes não vivem, são seres humanos
Que estão vegetando em cima da terra
Quando a lua esconde logo rompe a aurora
Vou dizer agora do amanhecer
Raios vermelhados riscam o horizonte
O sol lá no monte começa a nascer
Lá na mata canta toda a passarada
E lá na paiada pia o chororó
O reio do terreiro abre a garganta
Bate a asa e canta em cima do paiol
Quando o sol esquenta, cantam cigarras
Em grande algazarra na beira da estrada
Lindas borboletas de variadas cores
Vem beijar as flores já desabrochadas
Este pedacinho de chão encantado
Foi abençoado por nosso senhor
Que nunca nos deixe faltar no sertão
Saúde união à paz e o amor
Compositores: Luís de Castro e Tião Carreiro
Cantores: Lourenço e Lourival
Biografia de Lourenço e Lourival
Arlindo Cassol, o Lourenço - Ribeirão Preto,
SP-1937
Antônio Cassol, o Lourival - Ribeirão Preto, SP-1939
Arlindo Cassol, o Lourenço - Ribeirão Preto,
SP-1937
Antônio Cassol, o Lourival - Ribeirão Preto, SP-1939
Antônio Cassol, o Lourival - Ribeirão Preto, SP-1939
Nascidos na região de Ribeirão Preto, os irmãos Arlindo (Lourenço) e Antônio (Lourival) tiveram uma infância humilde. Filhos de lavradores trabalharam na lavoura desde pequenos, mas já sonhavam com a vida artística. Nas horas vagas, a imaginação transformava as enxadas em violas e latinhas velhas em microfones.
Aos 14 anos começaram a cantar na Rádio 79, em Ribeirão Preto , no
programa "Festinha na Roça" do Compadre Barbosa, componente da dupla
Barreiro e Barroso.
Aos 15 anos mudaram-se para São Paulo, onde
começaram a trabalhar na Rádio América. Foram contratados pela
gravadora Continental, ainda com o selo Chantecler, onde gravaram 2 discos de
78 rotações e posteriormente seu 1º LP.
Pouco tempo depois foram para a Rádio
Bandeirantes, no programa Serra da Mantiqueira e, logo após, para a Rádio
Nacional, onde tiveram como companheiros de trabalho nomes como Tião Carreiro e
Pardinho, Abel e Caim, Zé Fortuna, entre outros.
Em 74 foram trabalhar no programa Linha Sertaneja Classe A, na
Rádio Record, juntamente com Zé Bétio e José Russo, onde permaneceram durante
16 anos. Lá receberam o título carinhoso de "as vozes de cristal".
Lançaram mais 30 LPs pela gravadora Chantecler,
trabalhos remasterizados e disponíveis atualmente em CDs, e 15 títulos pela
gravadora RGE.
Contratados desde 2004 pela Gravadora Alegreto,
já lançaram mais 3 CDs e alguns DVDs em parceria com outras duplas. O projeto
do 1° DVD da dupla já está em andamento e em breve os fãs poderão conferir este
novo trabalho.
Queridos e respeitados pelos fãs de todo Brasil
e até do exterior, como Estados Unidos, Japão e MERCOSUL, não param de viajar,
mantendo viva a verdadeira música raiz brasileira.
O pouco tempo livre da dupla é dedicado às suas
famílias e outras atividades paralelas em sua cidade natal, onde fazem questão
de permanecer cultivando suas raízes. Como reconhecimento destes trabalhos foi
presenteado em 1997 com o título de "Cidadãos Ribeirão-pretanos".
A humildade e simpatia são marcas registradas
destes irmãos, que fazem questão de receber seus fãs e amigos, conquistados ao
longo destes 45 anos de muito trabalho.
Fonte: http://www.lourencoelourival.com.br/
Comentário: Escolhi esta
música porque dentre todas as outras apresentadas foi a que menos tinha
contras..
Prós: Contemplação da natureza
Contra: Período Posterior
Fonte: Keli e Léa
Prós: Contemplação da natureza
Contra: Período Posterior
Fonte: Keli e Léa
II- São Paulo no Período Imperial
(1.822- 1.889)
Neste
período teve destaque por sua produção cafeeira. A princípio na região do Vale
do Paraíba, deslocando-se no ano 1.860 para a região do Oeste Paulista com a
terra roxa mais apropriada para o plantio. Ocorreu também a substituição da mão
de obra escrava pelo trabalho dos imigrantes italianos.
Os
italianos trouxeram com eles alguns ingredientes de sua cultura como: os
embutidos, queijo, vinho, hortaliças e frutas além do fubá que era encontrado
por aqui.
Proposta: Pesquisa de uma
receita da culinária italiana trazida pelos imigrantes.
Fonte: Keli e Léa
Polenta com molho de calabresa
Ingredientes:
Polenta:
3 colheres (sopa) de azeite
de oliva
1 cebola média picada
1 ½ litro de água fervente
Molho:
2 colheres (sopa) de azeite
de oliva
2 dentes de alho amassados
1 ½ xícara (chá) de lingüiça
tipo calabresa defumada picada
3 xícaras (chá) de molho de
tomate
½ xícara (chá) de salsinha
picada
Azeite de oliva para untar o
refratário
Modo de Preparo:
Em uma panela, aqueça o
azeite e refogue a cebola.
Acrescente o caldo de costela
dissolvido na água fervente, o fubá aos poucos e, mexendo sempre, deixe apurar
por cerca de 10 minutos no fogo médio.
Despeje-o em um refratário
untado. Reserve. Prepare o recheio.
Aqueça o azeite em outra
panela e doure o alho. Acrescente a lingüiça e frite-a.
Em seguida, junte o molho, o
sal, a pimenta-do-reino e deixe apurar por cerca de 10 minutos. Por fim,
acrescente e misture a salsinha. Despeje sobre a polenta.
Fonte: http://receitas.eduguedes.com.br/polenta-com-molho-de-calabresa
III -
São Paulo no Período Republicano
(1.889 à Atual)
Motivos da
Proclamação da Republica
III -
São Paulo no Período Republicano
(1.889 à Atual)
Motivos da
Proclamação da Republica
Neste período D. Pedro II era o
imperador do Brasil, o sistema monárquico já não atendia os interesses dos
principais grupos sociais da época. Estes deixaram de apoiar D. Pedro cada qual
por um motivo:
·
A Igreja Católica: porque D. Pedro começou
a exigir que para nomear bispo tivesse que passar por ele.
·
A Elite Cafeeira: tanto os
fazendeiros escravocratas quanto os do Oeste Paulista estavam desgastados
porque aconteceu a abolição e nenhum deles foi reembolsado, perderam muito
dinheiro com isso.
·
O Exército: depois da Guerra do
Paraguai ficaram revoltados que não receberam nem mesmo reconhecimento.
Fonte: Keli e Léa
O fim do Império já estava
selado quando foi declarada a Abolição da Escravidão em 1888. A perda de apoio das
elites conservadoras, agravada pelas fricções do imperador com a Igreja, na
chamada "Questão religiosa", e a crise no Exército após a guerra do
Paraguai, origem da "Questão militar", determinariam a queda de Dom Pedro
II.
Assim, ele seria deposto
por um movimento militar liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca em 1889.
Teve início então o Primeiro Período Republicano no Brasil. Até 1930, a República é
controlada pelas oligarquias agrárias de São Paulo, Minas Gerais e Rio de
Janeiro.
A importância econômica do café produzido em São Paulo e do gado de
Minas Gerais sustenta a "política
do café-com-leite", em que paulistas e mineiros se alternam na
presidência da República. Na verdade, São Paulo apenas mantinha o poder que
conquistara com a consolidação das novas bases econômicas do país nas últimas
décadas do Império.
A ferrovia puxava a expansão da cafeicultura, atraía imigrantes e permitia a colonização de novas áreas, enquanto nas cidades a industrialização avançava, criava novos contornos urbanos e abria espaço para novas classes sociais, o operariado e a classe média (Primeiro Processo Industrial - 1914/1918 - surge a necessidade de o Brasil investir na indústria como, tecidos, cerâmica, móveis e roupas para atender o mercado consumidor interno).
Fonte: Pesquisa baseada no "Portal do Governo do Estado de São Paulo
Semana de Arte Moderna
Indústrias Têxteis
Nesse
período da Primeira República, a aristocracia cafeeira paulista vive o seu
apogeu. Mas a Revolução de 1930 coloca fim à liderança da oligarquia cafeeira,
trazendo para o primeiro plano os Estados menores da Federação, sob a liderança
do Rio Grande do Sul de Getúlio Vargas.
As
oligarquias paulistas ainda promovem, contra o movimento de 1930,
a Revolução Constitucionalista em 1932, mas são derrotadas,
apesar da pujança econômica demonstrada pelo Estado de São Paulo. A
singularidade desse período está na forma intensa com que tudo se multiplica,
desde a imigração, que no campo sustenta a cafeicultura, até o desenvolvimento
das cidades, que levam São Paulo a perder suas feições de província e tornar-se
a economia mais dinâmica do país.
Todo
o Estado paulista se transforma. Santos, Jundiaí, Itu, Campinas e diversas
outras vilas passam a conviver com o apito das fábricas e com uma nova classe
operária. As greves e as "badernas de rua" tornam-se assunto
cotidiano dos boletins policiais, ao mesmo tempo em que começa a saltar aos
olhos a precariedade da infra-estrutura urbana, exigida pela industrialização.
Um
dos graves problemas passou a ser a geração de energia, centro de atenção das
autoridades estaduais. Já em 1900, fora inaugurada a Light, empresa canadense e
principal responsável pelo setor em São Paulo até 1970. O Estado passou a ter uma
significativa capacidade de geração de energia, o que foi decisivo para o
grande desenvolvimento industrial verificado entre 1930 e 1940.
Nessa nova conjuntura, mais de uma dezena de
pequenas hidrelétricas começaram a ser construídas, principalmente com capital
estrangeiro. Em 1930, os trilhos de suas ferrovias chegavam às proximidades do
rio Paraná e a colonização ocupava mais de um terço do Estado.
As
cidades se multiplicavam. Socialmente, o Estado, com seus mais de um milhão de
imigrantes, tornou-se uma torre de Babel, profundamente marcado pelas
diferentes culturas trazidas de mais de 60 países. Mas na última década da
República Velha, o modelo econômico e político que sustentava o predomínio de
São Paulo mostravam seu esgotamento.
Após
a Revolução de 1930, o país viveu um período de instabilidade que favoreceu a
instalação da ditadura de Getúlio Vargas, período de oito anos que
terminou juntamente com a Segunda Guerra Mundial, que abriu um período de
redemocratização e a instalação da chamada Segunda República (Segundo
Processo Industrial-década de 40).
Entretanto,
no plano econômico, o café superou a crise por que passou no início da década
de 1930 e foi estimulado por bons preços durante a guerra, favorecendo a
recuperação de São Paulo. Mas, agora, era a vez da indústria despontar,
impulsionada, entre outros motivos, pelos capitais deslocados da lavoura.
Logo, outro grande salto seria dado, com a
chegada da indústria automobilística (Terceiro Processo Industrial) em São Paulo , carro-chefe
da economia nacional desde a década de 1950. A partir daí, o Estado paulista se
transformou no maior parque industrial do país, posição que continuou a manter,
apesar das transformações econômicas e políticas vividas pelo Brasil.
O
desenvolvimento da região favoreceu o êxodo rural e a migração no país, porém,
a urbanização aconteceu com um crescimento desordenado.
Imigração
Urbanização
Fonte: Pesquisa baseada no "Portal do Governo do Estado
de São Paulo
IV- Roteiros Históricos Relacionados aos
Períodos Colonial e Imperial
Pátio do Colégio
Semana de Arte Moderna
Indústrias Têxteis
Nesse
período da Primeira República, a aristocracia cafeeira paulista vive o seu
apogeu. Mas a Revolução de 1930 coloca fim à liderança da oligarquia cafeeira,
trazendo para o primeiro plano os Estados menores da Federação, sob a liderança
do Rio Grande do Sul de Getúlio Vargas.
As
oligarquias paulistas ainda promovem, contra o movimento de 1930,
a Revolução Constitucionalista em 1932, mas são derrotadas,
apesar da pujança econômica demonstrada pelo Estado de São Paulo. A
singularidade desse período está na forma intensa com que tudo se multiplica,
desde a imigração, que no campo sustenta a cafeicultura, até o desenvolvimento
das cidades, que levam São Paulo a perder suas feições de província e tornar-se
a economia mais dinâmica do país.
Todo
o Estado paulista se transforma. Santos, Jundiaí, Itu, Campinas e diversas
outras vilas passam a conviver com o apito das fábricas e com uma nova classe
operária. As greves e as "badernas de rua" tornam-se assunto
cotidiano dos boletins policiais, ao mesmo tempo em que começa a saltar aos
olhos a precariedade da infra-estrutura urbana, exigida pela industrialização.
Um
dos graves problemas passou a ser a geração de energia, centro de atenção das
autoridades estaduais. Já em 1900, fora inaugurada a Light, empresa canadense e
principal responsável pelo setor em São Paulo até 1970. O Estado passou a ter uma
significativa capacidade de geração de energia, o que foi decisivo para o
grande desenvolvimento industrial verificado entre 1930 e 1940.
Nessa nova conjuntura, mais de uma dezena de
pequenas hidrelétricas começaram a ser construídas, principalmente com capital
estrangeiro. Em 1930, os trilhos de suas ferrovias chegavam às proximidades do
rio Paraná e a colonização ocupava mais de um terço do Estado.
As
cidades se multiplicavam. Socialmente, o Estado, com seus mais de um milhão de
imigrantes, tornou-se uma torre de Babel, profundamente marcado pelas
diferentes culturas trazidas de mais de 60 países. Mas na última década da
República Velha, o modelo econômico e político que sustentava o predomínio de
São Paulo mostravam seu esgotamento.
Após
a Revolução de 1930, o país viveu um período de instabilidade que favoreceu a
instalação da ditadura de Getúlio Vargas, período de oito anos que
terminou juntamente com a Segunda Guerra Mundial, que abriu um período de
redemocratização e a instalação da chamada Segunda República (Segundo
Processo Industrial-década de 40).
Entretanto,
no plano econômico, o café superou a crise por que passou no início da década
de 1930 e foi estimulado por bons preços durante a guerra, favorecendo a
recuperação de São Paulo. Mas, agora, era a vez da indústria despontar,
impulsionada, entre outros motivos, pelos capitais deslocados da lavoura.
Logo, outro grande salto seria dado, com a
chegada da indústria automobilística (Terceiro Processo Industrial) em São Paulo , carro-chefe
da economia nacional desde a década de 1950. A partir daí, o Estado paulista se
transformou no maior parque industrial do país, posição que continuou a manter,
apesar das transformações econômicas e políticas vividas pelo Brasil.
O
desenvolvimento da região favoreceu o êxodo rural e a migração no país, porém,
a urbanização aconteceu com um crescimento desordenado.
Imigração
Urbanização
Fonte: Pesquisa baseada no "Portal do Governo do Estado
de São Paulo
IV- Roteiros Históricos Relacionados aos
Períodos Colonial e Imperial
Pátio do Colégio
Bem no centro da metrópole, o Pateo do
Collegio sobrevive em meio aos arranhacéus, bancos e indústrias que abrigam a
capital.
Com quase 450 anos de muita história pra
contar, o Pateo é sede de diversos eventos, casamentos, além
de abrigar o museu, a cripta de José de
Anchieta, a igreja no local onde foi
realizada a primeira missa da cidade, a biblioteca temática,e abriga ainda
diversos projetos sociais, como o Centro Loyola, o projeto OCA e o projeto EMBU.
Bem no centro da metrópole, o Pateo do
Collegio sobrevive em meio aos arranhacéus, bancos e indústrias que abrigam a
capital.
Com quase 450 anos de muita história pra
contar, o Pateo é sede de diversos eventos, casamentos, além
de abrigar o museu, a cripta de José de
Anchieta, a igreja no local onde foi
realizada a primeira missa da cidade, a biblioteca temática,e abriga ainda
diversos projetos sociais, como o Centro Loyola, o projeto OCA e o projeto EMBU.
Monumento ás Bandeiras

O Monumento às Bandeiras
representa os bandeirantes, expondo suas diversas etnias e o esforço para
desbravar o país. Além de portugueses (barbados), vemos na obra negros,
mamelucos e índios (com cruzes no pescoço), puxando uma canoa de monções,
utilizadas nas expedições fluviais.
A obra foi
executada por Victor Brecheret na praça Armando Salles de Oliveira, em frente
ao Palácio Nove de Julho, sede da Assembléia Legislativa e ao Parque do
Ibirapuera.
A escultura foi
encomendada pelo governo de São Paulo em 1921 e tem 240 blocos de granito, cada
um pesando 50 toneladas, com cinquenta metros de comprimento e dezesseis de
altura, foi inaugurada em 1954, juntamente com o Parque do Ibirapuera para as
comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo.
O monumento também
é conhecido pela população como Empurra-empurra ou Deixa-Que-Eu-Empurro, que
segundo a divisão de preservação da prefeitura, refere-se ao fato da embarcação
nunca sair do lugar, a despeito do contingente que supostamente a puxa. A “resposta”
estaria no fato de que as figuras à frente da comitiva não estariam, realmente,
tentando mover a canoa, pois as correias estão visivelmente frouxas. A única
figura que realmente estaria esforçando-se é a última, a empurrar o barco.

O Monumento às Bandeiras
representa os bandeirantes, expondo suas diversas etnias e o esforço para
desbravar o país. Além de portugueses (barbados), vemos na obra negros,
mamelucos e índios (com cruzes no pescoço), puxando uma canoa de monções,
utilizadas nas expedições fluviais.
A obra foi
executada por Victor Brecheret na praça Armando Salles de Oliveira, em frente
ao Palácio Nove de Julho, sede da Assembléia Legislativa e ao Parque do
Ibirapuera.
A escultura foi
encomendada pelo governo de São Paulo em 1921 e tem 240 blocos de granito, cada
um pesando 50 toneladas, com cinquenta metros de comprimento e dezesseis de
altura, foi inaugurada em 1954, juntamente com o Parque do Ibirapuera para as
comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo.
O monumento também
é conhecido pela população como Empurra-empurra ou Deixa-Que-Eu-Empurro, que
segundo a divisão de preservação da prefeitura, refere-se ao fato da embarcação
nunca sair do lugar, a despeito do contingente que supostamente a puxa. A “resposta”
estaria no fato de que as figuras à frente da comitiva não estariam, realmente,
tentando mover a canoa, pois as correias estão visivelmente frouxas. A única
figura que realmente estaria esforçando-se é a última, a empurrar o barco.
Casa do Povoador

Localizada na Rua do Porto às margem do
rio, é considerada uma das primeiras casas construídas na época do povoamento,
sendo considerada a residência de um dos primeiros povoadores de Piracicaba,
o Capitão Antonio Corrêa Barbosa. Tombada como patrimônio histórico do
Estado e do município, abriga hoje um centro cultural onde são realizadas
exposições, mostras e oficinas de arte.
Horário para visitação de segunda
a sexta das 8hs às 12hs e das 13h às 17h. Aos sábados e domingos nos horários
de exposição. Endereço: Av. Beira Rio, 800. Telefone: (19) 3434 8605.
Localizada na Rua do Porto às margem do
rio, é considerada uma das primeiras casas construídas na época do povoamento,
sendo considerada a residência de um dos primeiros povoadores de Piracicaba,
o Capitão Antonio Corrêa Barbosa. Tombada como patrimônio histórico do
Estado e do município, abriga hoje um centro cultural onde são realizadas
exposições, mostras e oficinas de arte.
Horário para visitação de segunda
a sexta das 8hs às 12hs e das 13h às 17h. Aos sábados e domingos nos horários
de exposição. Endereço: Av. Beira Rio, 800. Telefone: (19) 3434 8605.
Virado à Paulista
O prato, cuja receita
foi documentada pela primeira vez em 1602, surgiu com os primeiros
bandeirantes. Em suas viagens, era preciso um alimento que fosse facilmente
transportável e pudesse ser consumido no dia seguinte, frio. A receita original
continha apenas uma pasta de feijão, farinha de milho e pedaços de toucinho.
"Não havia talheres, comia-se com as mãos", conta Sergio de Paula
Santos, no livro Memórias de Adega e Cozinha, a ser lançado em maio pela
Editora Senac.
Sua origem está muito ligada à história do estado. Esta
era a comida levada nas viagens dos bandeirantes e viajantes interior adentro,
no século 17.
No farnel, acomodavam lado a lado, feijões e farinha que levavam
no lombo do cavalo. O balanço do galope acabava por misturar todos os
ingredientes.
Foi daí que surgiu o nome “virado”.Essa mistura de feijão com
farinha, já conhecida da população indígena, era acompanhada de carne de porco
em banha trazida na bagagem. “Porcos selvagens eram abundantes na São Paulo
colonial”, conta o professor e historiador Ricardo Maranhão, coordenador do
Centro de Pesquisas em Gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi (SP).
A banana era encontrada no caminho pelos bandeirantes. Quando
perto das vilas, acrescentavam ao prato ovo e couve, itens típicos de refeições
portuguesas. Comiam com a mão e esta podia ser a única refeição do dia.
Museu do Ipiranga

Atualmente fechado
para visitação, o Museu Paulista, mais conhecido como Museu do Ipiranga, surgiu
como uma forma de homenagear a independência do Brasil no local da proclamação,
às margens do rio Ipiranga, surgiu em 1884.
Atualmente o museu é
um dos ícones da cidade e sua importância é marcada tanto pela imponência do
prédio e de suas instalações quanto pela grande parte da história do Brasil que
abrange. Conta com um acervo de mais de 125 mil peças, entre mobiliários,
trajes e utensílios que pertenceram a figuras da história brasileira como
bandeirantes, imperadores e barões paulistas do café.
Há ainda coleções de
armas brancas, peças da Revolução Constitucionalista de 1932 e uma sala
reservada à Santos Dumont, pioneiro da aviação, com maquetes de seus aparelhos
e objetos de uso pessoal. Além disso, as instalações do museu abrigam uma
biblioteca com cem mil volumes, um Centro de Documentação Histórica com 40 mil
manuscritos e laboratórios de conservação e restauração de peças e documentos.
Ao redor do prédio,
um grande e belíssimo jardim é utilizado como recanto para os românticos, usado
para os exercícios de quem gosta de ginástica ou para recreação das crianças.
O espaço também
promove cursos, seminários e outros eventos, bem como presta serviços à
comunidade, atendendo instituições, pesquisadores, professores, estudantes e
público em geral.
Um sinal do amor do
paulistano para com a área é a interferência e medida de proteção ao museu.
Fundada em 1º de setembro de 1995,
a Sociedade Amigos do Museu Paulista (Sampa) é uma
sociedade civil, sem fins lucrativos, destinada a promover o desenvolvimento e
o aprimoramento das atividades do Museu Paulista da Universidade de São Paulo,
bem como contribuir nas áreas de pesquisa, publicações, curadoria e atendimento
ao público. A extensão de ações junto à população é uma de suas principais
metas.
Fonte: http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/210-museu-do-ipiranga-paulista
Estação da Luz

Aberta
ao público em 1º de março de 1901,
a Estação da Luz ocupa 7,5 mil m² do Jardim da Luz, onde
se encontram as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a
abadia de Westminter. Não houve inauguração, já que o tráfego foi sendo
deslocado aos poucos, mas não demorou muito para que o novo marco da cidade
fosse considerado uma sala de visitas de São Paulo. Todas as personalidades
ilustres que tinham a capital como destino eram obrigadas a desembarcar no
local. Empresários, intelectuais, políticos, diplomatas e reis foram
recepcionados em seu saguão e por lá passavam ao se despedirem.
A
estação tornou-se porta de entrada também para imigrantes, promovendo a pequena
vila de tropeiros a uma importante metrópole. Esta importância, concedida à São
Paulo Railway Station, como era oficialmente conhecida, durou até o fim da
Segunda Guerra Mundial. Após este período, o transporte ferroviário foi sendo
substituído por aviões, ônibus e carros, muito mais rápidos que os trens.
Em
1946, o prédio da Luz foi parcialmente destruído por um incêndio. A
reconstrução da estação foi bancada pelo governo e se estendeu até 1951, quando
foi reinaugurada. Ela ainda passou por outras reformas e restaurações. Já em
1982 o complexo arquitetônico da Estação da Luz foi tombado pelo Conselho de
Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico
(Condephaat).
Festa da
Polenta em Santa Olímpia
Todos os
anos, o Bairro Santa Olímpia promove a tradicional Festa da Polenta, que
comemora a imigração trentina para a cidade de Piracicaba. Iniciada em 1992
para festejar o centenário da imigração trentina à Piracicaba, a festa foi
repetida em 1993 e somente em 1999 teve sua terceira edição, na comemoração do
novo salão paroquial. Com auxílio da prefeitura municipal de Piracicaba, a
festa continuou anualmente e torna-se cada vez mais popular, principalmente
pela pela alegria que contagia a todos os seus participantes.
Com o
reconhecimento da Prefeitura Municipal de Piracicaba, esta fez com que a
animada festa tirolesa entrasse no calendário oficial das festas culturais da
cidade. Muitos dos visitantes e turistas de várias partes do Brasil participam
da festa com o objetivo de apreciar a cultura trentino-tirolesa do bairro.
Assim, a Festa da Polenta propicia, através das apresentações de corais e
danças folclóricas do próprio bairro, um final de semana muito animado para
seus visitantes.
Além de
visitar a festa, é possível conhecer mais sobre a história de Santa Olímpia,
através do Centro Histórico-Cultural e dos monumentos e obras existentes no
bairro (igreja histórica, via sacra, gruta, etc). Também são realizados a
eleição e o desfile da Rainha e Embaixatriz da Festa da Polenta.
A
grandiosa festa, que reúne cerca de 15 mil pessoas, conta com várias atrações
gastronômicas. Preparada pelas mammas e nonas do bairro, a
polenta concrauti (polenta acompanhada de chucrute, speck e
lingüiça), é a especialidade da festa e são vendidas milhares.
Também
são encontrados demais pratos tradicionais da cozinha trentina/tirolesa, como
canederle ou knödel (nhoques de pão com lingüiça e
especiarias, servidos em uma sopa de frango), a polenta con cuccagna (fritada
de ovos com tomates, lingüiça, bacon e queijo) o strangola pretti (nhoques
verdes), polenta frita, salsichão, os deliciosos gròstoi (pasteiszinhos
doces), entre outros pratos típicos; também são servidas porções. Todas as
especialidades podem ser acompanhadas por boa cerveja, mas os destaques vão
para os ótimos vinhos tintos, vinho de laranja e a grappa (destilado da casca
da uva), todos de fabricação local.
Além
disso, no porão da casa sede, é montada uma aconchegante cafeteria trentina na
qual são servidos vários tipos de bebidas quentes, como cappuccino, chocolate
quente e café expresso além de alguns tipos de chás. Para acompanhar as
bebidas, as moradoras do bairro preparam pães e bolos caseiros. Cada ano, um
grupo musical encanta os visitantes da cafeteria tornando o ambiente muito mais
agradável.
Sempre
realizada no último final de semana do mês de Julho, a Festa da Polenta
esquenta o frio do inverno e anualmente tem atraído maior número de visitantes.
Muitos descendentes trentinos de outros estados também visitam com freqüência a
animada festa tirolesa. Com muita animação, musica típica, boa comida, danças
folclóricas e a famosa hospitalidade trentina, a festa é a maior atração do
Bairro Santa Olímpia e uma das maiores da cidade de Piracicaba.

O prato, cuja receita
foi documentada pela primeira vez em 1602, surgiu com os primeiros
bandeirantes. Em suas viagens, era preciso um alimento que fosse facilmente
transportável e pudesse ser consumido no dia seguinte, frio. A receita original
continha apenas uma pasta de feijão, farinha de milho e pedaços de toucinho.
"Não havia talheres, comia-se com as mãos", conta Sergio de Paula
Santos, no livro Memórias de Adega e Cozinha, a ser lançado em maio pela
Editora Senac.
Sua origem está muito ligada à história do estado. Esta
era a comida levada nas viagens dos bandeirantes e viajantes interior adentro,
no século 17.
No farnel, acomodavam lado a lado, feijões e farinha que levavam
no lombo do cavalo. O balanço do galope acabava por misturar todos os
ingredientes.
Foi daí que surgiu o nome “virado”.Essa mistura de feijão com
farinha, já conhecida da população indígena, era acompanhada de carne de porco
em banha trazida na bagagem. “Porcos selvagens eram abundantes na São Paulo
colonial”, conta o professor e historiador Ricardo Maranhão, coordenador do
Centro de Pesquisas em Gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi (SP).
A banana era encontrada no caminho pelos bandeirantes. Quando
perto das vilas, acrescentavam ao prato ovo e couve, itens típicos de refeições
portuguesas. Comiam com a mão e esta podia ser a única refeição do dia.
Museu do Ipiranga

Atualmente fechado
para visitação, o Museu Paulista, mais conhecido como Museu do Ipiranga, surgiu
como uma forma de homenagear a independência do Brasil no local da proclamação,
às margens do rio Ipiranga, surgiu em 1884.
Atualmente o museu é
um dos ícones da cidade e sua importância é marcada tanto pela imponência do
prédio e de suas instalações quanto pela grande parte da história do Brasil que
abrange. Conta com um acervo de mais de 125 mil peças, entre mobiliários,
trajes e utensílios que pertenceram a figuras da história brasileira como
bandeirantes, imperadores e barões paulistas do café.
Há ainda coleções de
armas brancas, peças da Revolução Constitucionalista de 1932 e uma sala
reservada à Santos Dumont, pioneiro da aviação, com maquetes de seus aparelhos
e objetos de uso pessoal. Além disso, as instalações do museu abrigam uma
biblioteca com cem mil volumes, um Centro de Documentação Histórica com 40 mil
manuscritos e laboratórios de conservação e restauração de peças e documentos.
Ao redor do prédio,
um grande e belíssimo jardim é utilizado como recanto para os românticos, usado
para os exercícios de quem gosta de ginástica ou para recreação das crianças.
O espaço também
promove cursos, seminários e outros eventos, bem como presta serviços à
comunidade, atendendo instituições, pesquisadores, professores, estudantes e
público em geral.
Um sinal do amor do
paulistano para com a área é a interferência e medida de proteção ao museu.
Fundada em 1º de setembro de 1995,
a Sociedade Amigos do Museu Paulista (Sampa) é uma
sociedade civil, sem fins lucrativos, destinada a promover o desenvolvimento e
o aprimoramento das atividades do Museu Paulista da Universidade de São Paulo,
bem como contribuir nas áreas de pesquisa, publicações, curadoria e atendimento
ao público. A extensão de ações junto à população é uma de suas principais
metas.
Fonte: http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/210-museu-do-ipiranga-paulista
Estação da Luz

Aberta
ao público em 1º de março de 1901,
a Estação da Luz ocupa 7,5 mil m² do Jardim da Luz, onde
se encontram as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a
abadia de Westminter. Não houve inauguração, já que o tráfego foi sendo
deslocado aos poucos, mas não demorou muito para que o novo marco da cidade
fosse considerado uma sala de visitas de São Paulo. Todas as personalidades
ilustres que tinham a capital como destino eram obrigadas a desembarcar no
local. Empresários, intelectuais, políticos, diplomatas e reis foram
recepcionados em seu saguão e por lá passavam ao se despedirem.
A
estação tornou-se porta de entrada também para imigrantes, promovendo a pequena
vila de tropeiros a uma importante metrópole. Esta importância, concedida à São
Paulo Railway Station, como era oficialmente conhecida, durou até o fim da
Segunda Guerra Mundial. Após este período, o transporte ferroviário foi sendo
substituído por aviões, ônibus e carros, muito mais rápidos que os trens.
Em
1946, o prédio da Luz foi parcialmente destruído por um incêndio. A
reconstrução da estação foi bancada pelo governo e se estendeu até 1951, quando
foi reinaugurada. Ela ainda passou por outras reformas e restaurações. Já em
1982 o complexo arquitetônico da Estação da Luz foi tombado pelo Conselho de
Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico
(Condephaat).
Festa da
Polenta em Santa Olímpia

Todos os
anos, o Bairro Santa Olímpia promove a tradicional Festa da Polenta, que
comemora a imigração trentina para a cidade de Piracicaba. Iniciada em 1992
para festejar o centenário da imigração trentina à Piracicaba, a festa foi
repetida em 1993 e somente em 1999 teve sua terceira edição, na comemoração do
novo salão paroquial. Com auxílio da prefeitura municipal de Piracicaba, a
festa continuou anualmente e torna-se cada vez mais popular, principalmente
pela pela alegria que contagia a todos os seus participantes.
Com o
reconhecimento da Prefeitura Municipal de Piracicaba, esta fez com que a
animada festa tirolesa entrasse no calendário oficial das festas culturais da
cidade. Muitos dos visitantes e turistas de várias partes do Brasil participam
da festa com o objetivo de apreciar a cultura trentino-tirolesa do bairro.
Assim, a Festa da Polenta propicia, através das apresentações de corais e
danças folclóricas do próprio bairro, um final de semana muito animado para
seus visitantes.
Além de
visitar a festa, é possível conhecer mais sobre a história de Santa Olímpia,
através do Centro Histórico-Cultural e dos monumentos e obras existentes no
bairro (igreja histórica, via sacra, gruta, etc). Também são realizados a
eleição e o desfile da Rainha e Embaixatriz da Festa da Polenta.
A
grandiosa festa, que reúne cerca de 15 mil pessoas, conta com várias atrações
gastronômicas. Preparada pelas mammas e nonas do bairro, a
polenta concrauti (polenta acompanhada de chucrute, speck e
lingüiça), é a especialidade da festa e são vendidas milhares.
Também
são encontrados demais pratos tradicionais da cozinha trentina/tirolesa, como
canederle ou knödel (nhoques de pão com lingüiça e
especiarias, servidos em uma sopa de frango), a polenta con cuccagna (fritada
de ovos com tomates, lingüiça, bacon e queijo) o strangola pretti (nhoques
verdes), polenta frita, salsichão, os deliciosos gròstoi (pasteiszinhos
doces), entre outros pratos típicos; também são servidas porções. Todas as
especialidades podem ser acompanhadas por boa cerveja, mas os destaques vão
para os ótimos vinhos tintos, vinho de laranja e a grappa (destilado da casca
da uva), todos de fabricação local.
Além
disso, no porão da casa sede, é montada uma aconchegante cafeteria trentina na
qual são servidos vários tipos de bebidas quentes, como cappuccino, chocolate
quente e café expresso além de alguns tipos de chás. Para acompanhar as
bebidas, as moradoras do bairro preparam pães e bolos caseiros. Cada ano, um
grupo musical encanta os visitantes da cafeteria tornando o ambiente muito mais
agradável.
Sempre
realizada no último final de semana do mês de Julho, a Festa da Polenta
esquenta o frio do inverno e anualmente tem atraído maior número de visitantes.
Muitos descendentes trentinos de outros estados também visitam com freqüência a
animada festa tirolesa. Com muita animação, musica típica, boa comida, danças
folclóricas e a famosa hospitalidade trentina, a festa é a maior atração do
Bairro Santa Olímpia e uma das maiores da cidade de Piracicaba.
Bairro da Liberdade
O bairro da Liberdade é um distrito da
região central da cidade de São Paulo e é o maior reduto da comunidade japonesa
na cidade.
A influência cultural pode ser sentida
nas ruas de luminárias tipicamente orientais e nas feiras temáticas que
acontecem periodicamente. Lá encontram-se diversos artigos típicos da cultura
oriental e japonesa o que o torna um local atraente para compras.
No bairro da Liberdade há
uma concentração de restaurante japonês, restaurante chinês, lojas
de presentes, lojas de edredon (futon), panela de arroz
japonês, cosméticos importados, karaokê, agência
de empregos no Japão entre muitas outras coisas.
Todos os domingos é realizado a
tradicional Feira do Bairro da Liberdade na Praça da
Liberdade e rua Galvão Bueno.

O bairro da Liberdade é um distrito da
região central da cidade de São Paulo e é o maior reduto da comunidade japonesa
na cidade.
A influência cultural pode ser sentida
nas ruas de luminárias tipicamente orientais e nas feiras temáticas que
acontecem periodicamente. Lá encontram-se diversos artigos típicos da cultura
oriental e japonesa o que o torna um local atraente para compras.
No bairro da Liberdade há
uma concentração de restaurante japonês, restaurante chinês, lojas
de presentes, lojas de edredon (futon), panela de arroz
japonês, cosméticos importados, karaokê, agência
de empregos no Japão entre muitas outras coisas.
Todos os domingos é realizado a
tradicional Feira do Bairro da Liberdade na Praça da
Liberdade e rua Galvão Bueno.












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