quarta-feira, 4 de junho de 2014

Módulo IV- Viagem Técnica para São Paulo

São Paulo - 01/02/2014
A nossa quarta viagem técnica foi para a  cidade de São Paulo, capital do estado. O  roteiro à pé foi pelo centro histórico, logo no início. Os demais pontos foram feitos de forma panorâmica. Como foi a nossa primeira viagem rodoviária, exercitamos a parte técnica  na condução de um grupo. Fomos supervisionados pelo prf. José Francisco Gotardo.







Roteiro


-Recepção dos paxs e bus lits - NESTOR
- Check list - ELAINE
- Rodovias  - AMADEU
- Roteiro - KELI
- Bordo Sólido - NEUSA
- Bordo Líquido - MARIA LUIZA
- Bordo Lixo e Parada Técnica - BEATRIZ
- Recreação ida - GABRIEL
- Pátio do colégio - JHONATAS
- Solar da Marquesa - KELI
 - Apoio Almoço - JHONATAS
- Catedral - FABIO
- Bovespa - RICARDO
- Mosteiro São Bento - VANESSA
- Edifício Martinelli - NADIA
- Vale do Anhangabau - MARIA LUIZA
- Viaduto do Chá -MARIA EMÍLIA
- Teatro Municipal - DANIEL
- Mercado Municipal - HELENA
- Pinacoteca - CRISTIANE
- Museu da Língua Portuguesa - BEATRIZ
- Estação da luz- NEUS
- Bairro da Liberdade - GABRIEL
- Avenida Paulista- NESTOR
- Batalhão Tobias de Aguiar - AMADEU
- Museu de Arte Sacra - LÉA
- Recreação Volta - DANIEL
- Bordo Sólido - HELENA
- Bordo Líquido - LÉA
- Parada técnica e ordo lixo - NADIA


Historia de São Paulo




São Paulo nasceu como Vila de São Paulo Piratininga em 25 de Janeiro de 1554 quando os padres jesuítas José de Anchieta e Manoel da Nobrega realizaram a primeira missa aqui, mais precisamente no atual Pateo do Collegio instalaram para catequizar os índios.
Foi elevada a categoria de cidade em 1711e em 1815 a capital da província de SP.
Daqui saiam as bandeiras, expedições que cortavam o interior do Brasil a procura de riquezas e índios para o trabalho escravo nas lavouras.
A cidade era composta por apenas três ruas: Direita, São Bento e Rosário, que hoje é a atual XV de Novembro.
Com a substituição do trabalho escravo indígena pelo negro africano e sua posterior abolição  em 1888, foi grande a vinda de imigrantes principalmente os  italianos, para o trabalho nas lavouras.
Com a expansão da cafeicultura no final do século XIX os Barões de Café, que moravam em suas fazendas, começaram a se deslocar para a cidade e novos bairros foram se abrindo. Chega a urbanização.

A industrialização observou grande parte dessa mão de obra e na década de 40 trouxe brasileiros de vários estados principalmente do nordeste do país.
São Paulo ocupa uma área perto de 1530 mil m ² e mais de 11 milhões de habitantes e 76m acima do nível do mar.
Outros 38 municípios circundam a cidade da Capital Paulista com cerca de 20 milhões de pessoas, muitas vindas de vários pontos de país e do mundo.
Hoje a capital paulista e o centro financeiro da America Latina e essa diversidade cultural nos oferece um grande centro entretenimento com teatros, cinemas, centros culturais, museus, e de compras com shopping e ruas de comércio especializado. E temos também restaurantes de várias partes do mundo.
Em 25 de Janeiro a Igreja Católica comemora a conversão do apóstolo Paulo de Tarso e dedicou essa data à inauguração da cidade.
Vale a pena conhecer São Paulo!


Léa e Keli
Texto de Léa Rodrigues
www.cidadedes/baopaulo.com/spr




MEU ATRATIVO:    SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS








Partindo do Páteo do Colégio, os primeiros povoadores passaram a ocupar os terrenos vizinhos, construindo suas moradias e formando as primeiras ruas da cidade. Na Rua do Carmo, hoje Roberto Simonsen no 136-A (antigo nº 3), localiza-se o Solar da Marquesa de Santos, raro exemplar de residência urbana do século XVIII.
Não há dados precisos sobre a data de construção desse imóvel. Em 1802, foi dado como pagamento de dívidas ao Brigadeiro José Joaquim Pinto de Morais Leme, primeiro proprietário documentalmente comprovado. Contudo, documentos do século XVIII indicam a existência de quatro casas na Rua do Carmo entre 1739 e 1754. A junção de duas dessas casas de taipa de pilão teria originado o Solar, conforme registros fotográficos do século XIX, além de prospecções arqueológicas e análises arquitetônicas realizadas pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH).

A Marquesa de Santos, Domitila de Castro Canto e Melo, foi a proprietária entre 1834 e 1867, adquirindo o imóvel da herdeira do Brigadeiro Leme. A partir de então, tornaram-se famosas as festas ali realizadas, e o imóvel passou a ser conhecido como Palacete do Carmo, uma das residências mais aristocráticas de São Paulo. Com sua morte, a propriedade da casa passou para seu filho, o Comendador Felício Pinto de Mendonça e Castro.No ano de 1880, é colocada em hasta pública e arrematada pela Mitra Diocesana, que aí instalou o Palácio Episcopal, introduzindo modificações no local, como a construção de uma capela e de uma cripta sob o altar-mor. É desse momento, provavelmente, a inclusão de características neoclássicas em sua fachada principal.
Em 1909, o imóvel foi adquirido pela The São Paulo Gaz Company, que nele instalou o seu escritório. Para adaptar-se ao novo uso, a casa passou por diversas modificações e ampliações: foram demolidas paredes de taipa de pilão e janelas e portas, transformadas em vitrines. Para melhorar a iluminação e a ventilação, foi aberto um pátio na lateral direita do lote, alterando o desenho do telhado. Na década de 1930 foram construídos anexos à edificação original, aumentando sua área útil e alterando por completo a fachada posterior do imóvel. Em 1967, a Companhia Paulista de Gás (sucessora da The São Paulo Gaz Company) foi desapropriada e todos os seus imóveis passaram à Prefeitura. Em 1975, já incorporado ao patrimônio municipal, o Solar foi sede da Secretaria Municipal de Cultura e alguns de seus departamentos, como o DPH, criado nesse ano.


Os diferentes usos e adaptações sucessivas levaram à descaracterização do imóvel, exigindo sua recuperação, que teve início em 1991. As pesquisas, que embasaram o projeto e as obras de restauração, revelaram não ser possível reconstituir qualquer estágio de construção dentre os vários pelos quais passou o Solar. Deste modo, o restauro realizado, conforme normas internacionais para intervenções em bens histórico-arquitetônicos, procurou preservar e destacar elementos de suas várias etapas construtivas: a conservação dos amplos ambientes do andar térreo, resultantes das diversas demolições, a preservação no pátio interno de vestígios remanescentes da calçada do século XVIII e a demolição de intervenções da década de 1960.


                    


O pavimento superior conserva até hoje paredes de taipa de pilão e
pau-a-pique do século XVIII e mantém as características ambientais das intervenções do século XIX, como forros apainelados, pinturas murais e artísticas e pisos assoalhados, entre outras. Trechos de diversas paredes foram deixados aparentes, com o intuito de informar sobre as antigas e as novas técnicas construtivas encontradas no Solar, como a taipa de pilão, o pau-a-pique, a taipa francesa e a alvenaria de tijolos. Quanto ao tratamento dado à fachada, optou-se por conservar sua feição neoclássica, já incorporada à paisagem do centro.
O Solar da Marquesa de Santos, abriga atividades museológicas e a sede do Museu da Cidade de São Paulo.




www.museu da cidade.sp.gov.br


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