São Paulo - 01/02/2014
A nossa quarta viagem técnica
foi para a cidade de São Paulo, capital do estado. O roteiro à pé
foi pelo centro histórico, logo no início. Os demais pontos foram feitos de
forma panorâmica. Como foi a nossa primeira viagem rodoviária, exercitamos a
parte técnica na condução de um grupo. Fomos supervisionados pelo prf.
José Francisco Gotardo.
Roteiro
-Recepção dos paxs e bus lits - NESTOR
- Check
list - ELAINE
-
Rodovias - AMADEU
-
Roteiro - KELI
- Bordo
Sólido - NEUSA
- Bordo
Líquido - MARIA LUIZA
- Bordo
Lixo e Parada Técnica - BEATRIZ
-
Recreação ida - GABRIEL
- Pátio
do colégio - JHONATAS
- Solar
da Marquesa - KELI
-
Apoio Almoço - JHONATAS
-
Catedral - FABIO
-
Bovespa - RICARDO
-
Mosteiro São Bento - VANESSA
-
Edifício Martinelli - NADIA
- Vale
do Anhangabau - MARIA LUIZA
-
Viaduto do Chá -MARIA EMÍLIA
-
Teatro Municipal - DANIEL
-
Mercado Municipal - HELENA
-
Pinacoteca - CRISTIANE
- Museu
da Língua Portuguesa - BEATRIZ
-
Estação da luz- NEUS
-
Bairro da Liberdade - GABRIEL
-
Avenida Paulista- NESTOR
-
Batalhão Tobias de Aguiar - AMADEU
- Museu
de Arte Sacra - LÉA
-
Recreação Volta - DANIEL
- Bordo
Sólido - HELENA
- Bordo
Líquido - LÉA
-
Parada técnica e ordo lixo - NADIA
Historia
de São Paulo

São
Paulo nasceu como Vila de São Paulo Piratininga em 25 de Janeiro de 1554 quando
os padres jesuítas José de Anchieta e Manoel da Nobrega realizaram a primeira
missa aqui, mais precisamente no atual Pateo do Collegio instalaram para
catequizar os índios.
Foi
elevada a categoria de cidade em 1711e em 1815 a capital da província de SP.
Daqui
saiam as bandeiras, expedições que cortavam o interior do Brasil a procura de
riquezas e índios para o trabalho escravo nas lavouras.
A
cidade era composta por apenas três ruas: Direita, São Bento e Rosário, que
hoje é a atual XV de Novembro.
Com a
substituição do trabalho escravo indígena pelo negro africano e sua posterior
abolição em 1888, foi grande a vinda de imigrantes principalmente os
italianos, para o trabalho nas lavouras.
Com a
expansão da cafeicultura no final do século XIX os Barões de Café, que moravam
em suas fazendas, começaram a se deslocar para a cidade e novos bairros foram
se abrindo. Chega a urbanização.
A
industrialização observou grande parte dessa mão de obra e na década de 40
trouxe brasileiros de vários estados principalmente do nordeste do país.
São
Paulo ocupa uma área perto de 1530 mil m ² e mais de 11 milhões de habitantes e
76m acima do nível do mar.
Outros
38 municípios circundam a cidade da Capital Paulista com cerca de 20 milhões de
pessoas, muitas vindas de vários pontos de país e do mundo.
Hoje a
capital paulista e o centro financeiro da America Latina e essa diversidade
cultural nos oferece um grande centro entretenimento com teatros, cinemas,
centros culturais, museus, e de compras com shopping e ruas de comércio
especializado. E temos também restaurantes de várias partes do mundo.
Em 25
de Janeiro a Igreja Católica comemora a conversão do apóstolo Paulo de Tarso e
dedicou essa data à inauguração da cidade.
Vale a
pena conhecer São Paulo!
Léa e
Keli
Texto
de Léa Rodrigues
www.cidadedes/baopaulo.com/spr
MEU ATRATIVO: SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS

Partindo do Páteo do Colégio, os primeiros povoadores
passaram a ocupar os terrenos vizinhos, construindo suas moradias e formando as
primeiras ruas da cidade. Na Rua do Carmo, hoje Roberto Simonsen no 136-A
(antigo nº 3), localiza-se o Solar da Marquesa de Santos, raro exemplar de
residência urbana do século XVIII.
Não há dados precisos sobre a data de construção desse
imóvel. Em 1802, foi dado como pagamento de dívidas ao Brigadeiro José Joaquim
Pinto de Morais Leme, primeiro proprietário documentalmente comprovado.
Contudo, documentos do século XVIII indicam a existência de quatro casas na Rua
do Carmo entre 1739 e 1754.
A junção de duas dessas casas de taipa de pilão teria
originado o Solar, conforme registros fotográficos do século XIX, além de
prospecções arqueológicas e análises arquitetônicas realizadas pelo
Departamento do Patrimônio Histórico (DPH).
A Marquesa de Santos, Domitila de Castro Canto e Melo, foi a
proprietária entre 1834 e 1867, adquirindo o imóvel da herdeira do Brigadeiro
Leme. A partir de então, tornaram-se famosas as festas ali realizadas, e o
imóvel passou a ser conhecido como Palacete do Carmo, uma das residências mais
aristocráticas de São Paulo. Com sua morte, a propriedade da casa passou para
seu filho, o Comendador Felício Pinto de Mendonça e Castro.No ano de 1880, é
colocada em hasta pública e arrematada pela Mitra Diocesana, que aí instalou o
Palácio Episcopal, introduzindo modificações no local, como a construção de uma
capela e de uma cripta sob o altar-mor. É desse momento, provavelmente, a
inclusão de características neoclássicas em sua fachada principal.
Em 1909, o imóvel foi adquirido pela The São Paulo Gaz Company,
que nele instalou o seu escritório. Para adaptar-se ao novo uso, a casa passou
por diversas modificações e ampliações: foram demolidas paredes de taipa de
pilão e janelas e portas, transformadas em vitrines. Para melhorar a iluminação
e a ventilação, foi aberto um pátio na lateral direita do lote, alterando o desenho
do telhado. Na década de 1930 foram construídos anexos à edificação original,
aumentando sua área útil e alterando por completo a fachada posterior do
imóvel. Em 1967, a
Companhia Paulista de Gás (sucessora da The São Paulo Gaz Company) foi
desapropriada e todos os seus imóveis passaram à Prefeitura. Em 1975, já
incorporado ao patrimônio municipal, o Solar foi sede da Secretaria Municipal
de Cultura e alguns de seus departamentos, como o DPH, criado nesse ano.
Os diferentes usos e adaptações sucessivas levaram à
descaracterização do imóvel, exigindo sua recuperação, que teve início em 1991.
As pesquisas, que embasaram o projeto e as obras de restauração, revelaram não
ser possível reconstituir qualquer estágio de construção dentre os vários pelos
quais passou o Solar. Deste modo, o restauro realizado, conforme normas
internacionais para intervenções em bens histórico-arquitetônicos, procurou
preservar e destacar elementos de suas várias etapas construtivas: a
conservação dos amplos ambientes do andar térreo, resultantes das diversas
demolições, a preservação no pátio interno de vestígios remanescentes da
calçada do século XVIII e a demolição de intervenções da década de 1960.

O pavimento superior conserva até hoje paredes de taipa de pilão e
O
Solar da Marquesa de Santos, abriga atividades museológicas e a sede do Museu
da Cidade de São Paulo.
www.museu da
cidade.sp.gov.br
Toda Turma








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