segunda-feira, 9 de junho de 2014

Módulo IV- Trabalhos do Fabrício

1 º Trabalho feito em grupo sobre um país da América do Sul


Chile




Localizado na América do Sul, o estreito território do Chile é banhado pelo Oceano Pacífico e possui fronteiras com a Argentina (a leste), Bolívia (a nordeste) e Peru (ao norte). O país ocupa uma área de convergência entre as placas tectônicas de Nazca e a Sul-Americana, fato que provoca terremotos de grande magnitude, como o ocorrido em 1960, na cidade de Valdívia, e o de 2010, que atingiu a região de Bio Bio, situada a 320 quilômetros da capital, Santiago.


O Chile possui extensão territorial de 756.945 quilômetros quadrados, apresentando largura máxima de 175 quilômetros, sendo o comprimento de 4,3 mil km. Seu território abriga diferentes paisagens naturais que variam de desertos a geleiras. O deserto do Atacama, localizado na porção norte, é considerado o local mais seco do planeta. Outros destaques são a ilha de Páscoa (no Oceano Pacífico), as geleiras e a Patagônia (no extremo sul).


A população total é de 16,9 milhões de habitantes, sendo a densidade demográfica (população relativa) de 22,4 habitantes por quilômetro quadrado. A maioria dos chilenos desfruta de elevado padrão de vida. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) nacional é alto (0,783), considerado o maior da América do Sul. A taxa de analfabetismo é de apenas 3,5%; a mortalidade infantil é compatível a de países europeus: 7 óbitos a cada mil nascidos vivos e o índice de desemprego é baixo.

A economia chilena é bastante diversificada e tem na mineração uma importante fonte de receitas financeiras. A nação é a quinta maior produtora de cobre, além de possuir grandes reservas de minério de ferro. O setor industrial atua no segmento alimentício, de bebidas (o país é produtor de vinho), têxtil, mineração, metalúrgico, entre outros. O turismo é promovido na Patagônia, sítios arqueológicos, em Santiago, etc. A agricultura e a pesca também se destacam na economia nacional.






História




Antes de o Chile ser dos espanhóis, seu norte era governado pelos Incas e o sul pelos índios araucanos. Foi somente em 1810 que o Chile declarou independência da Espanha mas a vitória decisiva ocorreu somente em 1818.  

As terras ao norte do país, foram conquistadas na Guerra do Pacífico (1879 – 84) quando o Chile venceu o Peru e a Bolívia. Desde 1980, o país apresenta um crescimento elevado e consistente. A sua economia é forte no comércio estrangeiro e mantém uma consistente reputação em relação às suas instituições financeiras e coerência na política econômica, sendo um modelo de referência para a América do Sul. 

Localização










Localização Geográfica: região sudoeste da América do Sul 

Área: 756.626 km² 



Fronteiras com os seguintes países: Peru, Bolívia e Argentina 


Clima: de montanha (interior), árido tropical (litoral Norte), mediterrâneo (litoral centro), temperado oceânico (litoral Sul). 



O Chile é um país onde encontramos os mais variados tipos de paisagens: neve, deserto, vulcões, montanhas (Cordilheira dos Andes) e lagos. 


Dados  Gerais e Curiosidades

População Total: 17.067.369 (2012)
Largura: 175 quilômetros
Comprimento: 4,3 mil km
Capital: Santiago
Idioma: Espanhol (oficial) 
Religião: Cristianismo 85,0%
Moeda: Peso chileno
Economia: mineração, indústrias (alimentícias, têxteis, metalúrgicas); turismo; agricultura e pesca
Indígenas:mapuches, ayamaras,atacamenhos e yaganes.

Músicas


O outro modo de falar de um povo tradicionalmente silencioso. Aqui o jazz é huachaca e a cueca é chora. No Chile, o huachaca é o tipicamente popular, o que está afastado da academia e dos estratos socioeconômicos altos. E o choro é a pessoa valente com graça, ousada. Porque o Chile soa em sua música. Uma maneira de ser que se escuta no folclore camponês, nas obras clássicas e nas variadas expressões urbanas populares.

A
 cueca é uma das mais importantes danças do Chile e as novas gerações a recriam se distanciando da rigidez tradicional. Portanto, a cueca é chora, popular e de Valparaíso. A partir da canção "Ay, Ay, Ay”, composta em 1913 por Osmán Pérez Freire, até a folkpunk juvenil, a música do país experimentou diferentes fases, com marcas indeléveis. A Nueva ola (Nova Onda), o Neo-folclore, a Nueva Canción Chilena, o Canto Nuevo, são alguns momentos memoráveis, aos que se unem a música de fusão latina, o pop, o jazz e o rock. Uma variedade de estilos, uma multiplicidade de vozes que expressam uma forma de sentir e de sonhar. 





Osman Perez Freire nasceu em 1880 e morreu em 1930. “Asómate a la ventana, / ay, ay, ay / paloma del alma mia” (Olhe pela janela, / ay, ay, ay / pombinha da minha alma), diz a letra de “Ay, ay, ay”, sua canção mais conhecida. Tema habitual no repertório dos grupos tradicionais foi interpretada por Plácido Domingo, Luciano Pavarotti e Nana Mouskouri. Pérez Freire foi um autêntico inovador, aberto às várias manifestações da tradição musical chilena e das latino-americanas, além dos novos ritmos de seu tempo como o fox trot. 




  

Mauricio Castillo, conhecido como Chinoy, une a clássica guitarra acústica a instrumentos elétricos e a tecnologia da Internet, para dar vida à naturalidade da folkpunk. 

Teatro



A dramaturgia nacional tem tantos anos quanto o país, cujos protagonistas representam traços típicos da identidade de sua terra.

Janeiro é o mês do teatro em Santiago, onde se oferece amplo panorama de estreias e sessões de vários grupos e obras para todos os gostos e idades. O público fica agradavelmente impressionado com a visita de companhias internacionais de teatro de rua que comparecem a este festival. 




Em 2008, a francesa Royal de Luxe trouxe a pequena gigante, uma menina de sete metros de altura e pesando uma tonelada. Um ano mais tarde, o grupo catalão La Fura dels Baus reuniu 70 mil pessoas diante do palácio de La Moneda, com Lola uma figura não menos imponente feita de cobre. 

Filmes




 A Fonteira, Ricardo Larrain (1991). Sob a ditadura, um professor de matemática é relegado para o sul do Chile. A cidade, uma aldeia de pescadores, acolhe o protagonista e este se integra à comunidade, trabalhando com eles e se apaixona pela bibliotecária
. 



Meu Melhor Inimigo, Alex Bowen (2005). Na Patagônia, frente uma guerra que parecia iminente entre o Chile e a Argentina, em 1978, duas patrulhas de lados opostos se encontram e confraternizam enquanto ambos os governos militares de cada país decidem o conflito bélico. 





Artesanato




















Os materiais utilizados são os proporcionados pela natureza. Prata na ourivesaria mapuche; cobre esmaltado para dar forma a ornamentos e utensílios funcionais, lã para tecer com agulhas, roca e tear; madeira, conchas de moluscos e crina de cavalo. 

Para as mãos artesãs, uma árvore é mais que uma árvore e o barro mais do que barro. Uma maravilha inesperada são as sereias e as borboletas feitas de crina de cavalo no meio do campo. Cântaros de argila, figuras feitas com técnicas ancestrais, uma enorme diversidade de objetos que falam da alma do povo.
 

A cerâmica é particularmente representativa do artesanato do país. As primeiras amostras da olaria correspondem a vestígios pré-colombianos da cultura diaguita, no norte do Chile. Na zona central, os povoados de Pomaire e Quinchamalí são os mais nomeados por sua tradição neste tipo de artesanato.
 

Destacam-se as peças utilitárias e decorativas, cerâmica, louça e figuras de animais, fogões e guitarreras. O passado indígena se funde com a tradição campesina. Bem perto, na cidade de Chimbarongo, o vime é o material usado para elaborar múltiplos objetos, de vasilhas ou enfeites até móveis para o lar.
 

A arte do cesteiro é uma das expressões artesanais mais representativas do povo mapuche. Os objetos também são utilitários, como os coloridos cestos de coirón (fibra muito delicada, que é utilizada para fazer bolsas e chapéus), planta que também é utilizada para a forragem de animais.
 



Esportes





Os esportes mais praticados no país são o futebol e o Rodeio do Chile, que é o esporte nacional de lá.

O Rodeio do Chile é praticado dentro de uma arena em forma de círculo chamada de medialuna, e o objetivo desse esporte é que uma equipe, com dois cavaleiros e seus respectivos cavalos, consiga deter um bezerro em uma determinada área dentro da medialuna.

Festas






Sobram motivos históricos, religiosos, gastronômicos e culturais nas celebrações para as quais estão todos convidados.
Um casal campesino do sul pisa as uvas alegremente na festa da vindima. O sol do norte rebota sobre coloridas roupas, instrumentos musicais e máscaras de uma diablada, o baile carnavalesco que anima a festa de La Tirana.

Na
 Ilha de Páscoa ou Rapa Nui, a festa Tapati é lúdica e mágica. No centro do país se celebra Cuasimodo, na que um sacerdote católico leva a comunhão aos doentes, escoltado por ginetes tocados com um lenço. Em Chiloé, a solidária minga celebra a construção ou o traslado da casa de um vizinho.

Não faltam motivos, cada setor produtivo tem um em diferentes lugares e datas. Às festas do milho, da cereja, da chicha ou o festival da melancia se somam as festas gastronômicas com frutos do mar e da terra, brincadeiras populares e canções.
 


É uma grande diversidade de festejos, profanos ou religiosos, ao redor de uma celebração principal: as Festas Pátrias que, durante vários dias, comemoram a Independência do Chile ao ritmo da cueca, a dança nacional, e do brinde com vinho tinto, chicha e empanadas.

Centenas de milhares de pessoas participam em todo o território destas festas que recebem também a visita de turistas de todo o mundo.


Danças




No norte as danças tradicionais são influenciadas pelas culturas aimara e quíchua. É uma expressão da religiosidade popular e forma parte das festas pagãs herdeiras da cultura incaica. 


A diablada é uma manifestação de sincretismo com a influência católica, parte da festa de La Tirana, dança de confrarias onde alguns dançarinos usam máscaras demoníacas enquanto os acompanhantes levam trajes coloridos e tocam instrumentos musicais de percussão e sopro.

Outras danças próprias do norte do país sem conotação religiosa são o trote, o cachimbo e a cueca Nortina. 


Na zona central a rainha é a cueca, forma de expressão que se desenvolve principalmente nas Festas Pátrias

Em Santiago e Valparaíso predominam as formas camponesas, de salão e também a cueca brava. A coreografia básica de flerte varia em cada caso. 



Outra dança de casal e paquera é o sombrerito, aqui a mulher substitui o lenço por um chapéu, e se afasta e se aproxima misturando passos lentos com outros curtos e rápidos. Após a dança da conquista, o casal esconde seus rostos por trás do chapéu simulando um beijo. 



No sul, a dança mapuche expressa culto à divindade e é também uma cerimônia de curação. No guillatún se fazem orações a Ngenechen, divindade suprema, juntamente com rehue ou canelo, árvore sagrada desta cultura. Também está o loncomeo, que significa mover a cabeça, uma expressão que imita os movimentos dos animais ao redor do fogo ou do fogão. Nos rituais é essencial a presença da machi, a autoridade religiosa mapuche, porque ela é a encarregada de curar as pessoas da comunidade por sua condição de única intermediária entre os mortais e o mundo dos espíritos. We Tripantu, o Ano Novo dos mapuche é naturalmente uma ocasião especial de festa e de dança. 



Mais para o sul, o clima influencia as danças tradicionais. Entre pescadores e camponeses, os passos e as coreografias são mais enérgicos, como forma de afastar o frio. Na Trastrasera, o homem move os braços convidando a mulher a dar uma meia volta, pegando a saia com a mão até ficar frente a ele. No costillar, dois homens competem dançando ao redor de uma garrafa colocada no centro da pista. Quem a derrubar perde.



Outras danças de casais são: a valsa de Chiloé, onde o homem e a mulher acentuam cada vez mais a intensidade dos passos, a sirilla, originado da seguidilha espanhola, e a zamba resfalosa, própria da ilha de Achao. 



Na Ilha de Páscoa, as danças tradicionais são de origem polinésica. O sau sau e o tamuré são dedicados aos deuses, ao amor e à natureza. É caracterizada pela sensualidade dos movimentos da cintura e dos quadris, braços e mãos ondulantes de mulheres e homens que exibem seus colares de flores ao vento. Com influência taitiana o tamuré é uma dança da fertilidade, é realizada em pares, com sinuosos e rápidos movimentos de quadris e de pernas. 



Vestimentas Típicas






OS DIFERENTES INSTRUMENTOS E VESTIMENTAS QUE ACOMPANHAM AS VARIADAS COREOGRAFIAS SÃO UMA EXPRESSÃO DAS IDENTIDADES DE UMA POPULAÇÃO QUE É FORTEMENTE DETERMINADA PELA LOCALIDADES GEOGRÁFICA EM QUE HABITA.


Gastronomia






A CULINARIA DO CHILE É UMA MISTURA DE VARIOS ALIMENTOS QUE CRUZAM O PAÍS.  SÃO USADAS DIFERENTES ESPECIARIAS ,COMO CARNES E FRUTOS DO MAR. OS FRUTOS DO MAR SÃO MUITOS CONSUMIDOS, DEVIDA A VASTA COSTA CHILENA.

OS COLONOS QUE VINHAM DE OUTROS LUGARES TRAZIAM NA BAGAGEM SEUS INGREDIENTES E METODOS DE PREPARAÇÃO DO ALIMENTO, DESDE ENTÃO , A CULTURA  ALIMENTAR DO PAÍS SE MISTUROU E SE DIVERSIFICOU.

ENTRE OS IMIGRANTES ESTÃO ÁRABES, BRITANICOS,INDIANOS, ITALIANOS E ESPANHOIS.A PECUALIDADE DOS IMIGRANTES DÃO AOS PRATOS UMA SOFISTICADA MISTURA DE SABORES. 

O PAROTOS GRANADOS  É UM PRATO NACIONAL PREPARADO COM UMA COMBINAÇÃO DE INGREDIENTES NATIVOS INDIGENAS E DA CULINARIA ESPANHOLA.TRATA-SE DE UM GUISADO FEITO COM ABÓBORA , FEIJÃO, ARANDO, MILHO E UMA VARIEDADE DE LEGUMES.

UMA COMIDA TRADICIONAL MUITO APRECIADA PELOS HABITANTES E TURISTAS É O PASTEL DE CHOCLOS FEITO COM CARNE DE FRANGO, MILHO E UMA VARIEDADE DE LEGUMES.

NO NATAL, O PAN DE PASCUA É O PREFERIDO. ESSE BOLO DE FRUTAS FOI TRAZIDO POR COLONOS ALEMAES .ELE É AROMATIZADO CO RUM OU PISCO  E CHEIO DE FRUTAS E CASTANHAS ,PARECIDOS COM O PANETONE QUE CONHECEMOS.
        

        Pontos Turísticos

O Chile oferece uma excelente infra-estrutura de turismo e uma diversidade de paisagens, que vai do Deserto de Atacama, o mais seco do mundo, às geleiras monumentais da Patagônia.
         O Pacífico de um lado, e a Cordilheira dos Andes do outro proporcionam momentos únicos, como esquiar em neves ou pegar uma praia ensolarada.
         Vulcões, bosques, lagos, ilhas misteriosas, como a de Páscoa e de Chiloé e os fiordes. Na gastronomia e vinhos, o Chile também é muito especial. E o melhor, as poucas horas de vôo dos maiores centros urbanos brasileiros.
         Alguns pontos turísticos:


Cordilheira dos Andes




            É uma cadeia de montanhas localizada na costa oeste da América do Sul e está presente em sete países: Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Argentina e Venezuela.
Sua extensão é de 7.240 km e o monte mais alto é  o Aconcágua, com 6.962 m.

Deserto do Atacama


Considerado o deserto mais árido do mundo, o Deserto do Atacama é surpreendente, com suas paisagens únicas, vales, cadeias de montanhas, lagos.
Situa-se no norte do Chile, está delimitado ao oeste pelo Oceano  Pacífico e leste pela Cordilheira dos Andes. As temperaturas oscilam 25 a 32º C  durante o dia e a noite cai 25º C negativos. Ocorre no deserto a exploração de recursos minerais como ferro e cobre. O chile é um dos maiores produtores de cobre do mundo.

Algumas das atrações do deserto são o Vale da Lua,  um paraíso natural, possuindo uma grande quantidade de iguanas de origem africana trazidas pelos escravos na época em que estes eram trazidos pelos espanhóis para o Chile. Localizado em um vale de origem vulcânico, o local se parece com um vale lunar com uma rara beleza e um variado número de espécies de origem animal e vegetal, se comparado com o resto do Atacama. Outras atrações do deserto que podem ser citadas são os vulcões, pequenos povoados indígenas, museu arqueológico e o Solar de Atacama, um imenso lago salgado e seco localizado a 2.300 m de altitude.


Ilha de Páscoa





A ilha é localizada no oceano Pacífico, com uma área de 160m² . É um dos principais destinos turísticos do país devido a sua beleza natural e pela cultura "Rapa Nui", nativos polinésios cujos vestígios são representados pelas grandes estátuas, os  "Moais", com figuras humanas, provavelmente dos ancestrais "Rapa Nui". Possui uma população de 2.800 habitantes. 




Na ilha pode-se visitar cavernas, grutas, vulcões, cemitérios moais e belas praias.

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