SANTOS
- 22/02/2014
Nossa
quinta viagem técnica, rodoviária, foi para a cidade portuária de Santos, aqui
no nosso estado. Novamente os procedimentos para condução de grupo foram
seguidos assim como utilizamos vestimenta apropriada. Foi interessante olharmos
a cidade com sua importância histórica.
Roteiro
SÁBADO
Saída
de Piracicaba
Chec
list
Recepção
PAXS e bus list
Bagagens
Roteiro
Rodovias
Bordo
sólido
Bordo
líquido
Bordo
lixo e parada técnica
Recreação
Chegada
à Santos
Estação
do Valongo - JHONATAS
Santuário
N S do Valongo - CRISTIANE
Bolsa
do Café - HELENA
Hotel
Monte Serrat
Check
in - HELENA
Almoço
- RICARDO
Monte
Serrat - KELI
Porto -
BEATRIZ
Aquário-
AMADEU
Forte
da Barra - DANIEL
Museu
do Mar e Museu Marítimo - LÉA
Orla
Marítima - praias e canais - MARIA LUIZA
Basílica
Menor Sto. Antonio do Embaré - GABRIEL
Pinacoteca
Benedito Calixto - MARIA EMILIA
Hotel
Jantar - NESTOR
By
Night - NEUSA
Hotel
Domingo
Despertar
Café da
Manhã
Catedral
N. S. do Rosário - ELAINE
Teatro
Guarany - RICARDO
Museu
de Artes Sacra - NESTOR
Estádio
Urbano Caldeira - FABIO
Memorial
Necrópole Ecumênica - NADIA
Orquidário
- NEUSA
Bonde
Turístico - VANESSA
Almoço
- LÉA
Check
aut - NADIA
Saída
de Santos
Bordo
líquido
Bordo
lixo
Parada
técnica
Recreação
Chegada
em Piracicaba
HISTÓRIA
DE SANTOS

Santos possui o maior jardim à beira-mar do mundo: sete quilômetros na
orla. Santos é uma das cidades mais antigas do Brasil, portanto histórica, mas
também cosmopolita, portuária e ecológica. Seu povoamento começou por volta de
1540 e o passado deixou legados
Santos possui o maior jardim à beira-mar do mundo: sete quilômetros na
orla. Santos é uma das cidades mais antigas do Brasil, portanto histórica, mas
também cosmopolita, portuária e ecológica. Seu povoamento começou por volta de
1540 e o passado deixou legados preciosos
em casarões, museus e igrejas, destacando-se a Bolsa Oficial do Café, marco da
riqueza da cidade. Santos abriga o maior complexo portuário da América Latina,
construído no início do século XX, fase de grande progresso como escoradouro de
café. Suas praias são limpas, com jardins coloridos, entremeados de amendoeiras
e palmeiras. Decretos, leis e iniciativas resgataram seu velho charme de cidade
litorânea ecologicamente correta. Santo oferece ainda vida cultural intensa, um
centro comercial dinâmico, bares movimentados, restaurantes requintados e todo
o conforto de um moderno centro turístico.
Elevada
a Vila em 1545, Santos tem sua origem relacionada com a chegada dos primeiros
colonizadores portugueses ao Brasil, na expedição de Martim Afonso de Souza.
Este veio distribuir, entre os fidalgos que o acompanhavam, as terras ao redor
da Ilha de São Vicente. Dentre eles estava Brás Cubas oficialmente fundador
de
Santos.
Do povoado partiram muitas bandeiras, que penetraram no interior do
território brasileiro, em busca de riquezas.
Em seu
porto também desembarcaram, no início deste século, novos colonizadores: os
imigrantes, oriundos de diversas partes do mundo. Terra da Caridade e da
Liberdade, Santos teve a primeira Santa Casa de Misericórdia da América. É
berço de figuras de renome, como os irmãos Bartolomeu e Alexandre de Gusmão e
os irmãos Andradas, dentre os quais se projetou José Bonifácio de Andrada e
Silva, personagem maior da Proclamação da Independência. Graças a seus filhos
ilustres e ao espírito comunitário, Santos sempre se destacou na história
nacional, ora envolvida na libertação dos escravos, ora lutando pela
independência do País.
Santos tem inúmeros
monumentos históricos, compostos por azulejos e mármores, máscaras e estátuas,
pinturas em tela e afrescos, altares e túmulos, gradis de ferro e postes de
iluminação, pormenores que valorizam
as obras. Esternos observadores, os rostos esculpidos nas fachadas testemunham
a preservação do acervo. No Centro de Santos permanecem ainda alguns trabalhos
do pintor e historiador Benedicto Calisto, dentre eles os painéis do Salão dos
Pregões da Bolsa Oficial de Café, de 1922.
A arte
Sacra se manifesta em igrejas coloniais, barrocas, neogóticas e no museu
instalado no Mosteiro de São Bento, que guarda relíquias como a imagem de Santa
Catarina de Alexandria, do século XVI, que assistiu a fundação de Santos e,
segundo a lenda, chegou a proteger a cidade de um ataque de piratas. O Outeiro
de Santa Catarina é o local do marco inicial da povoação da cidade. O pequeno
monte, significado da palavra outeiro, foi dado pelo Capitão-Mor Antônio de
Oliveira aos primeiros povoadores do lugar em 1539. Mais tarde Brás Cubas, o
fundador
de Santos, adquiriu as terras virgens junto ao local, para construir um novo
ancoradouro. No século XVI, Luiz de Góes e sua esposa, Catarina de Aguillar,
uma família que morava próximo do local, construíram na base do morro a capela
de Santa Catarina de Alexandria, a primeira de Santos e que em 1540 se tornou a
primeira matriz. Quando o corsário inglês Tomas Cavendish saqueou a vila, em 1591, a capela foi
destruída e a imagem da santa, jogada ao mar. Em meados do século XVII, a peça
foi resgatada por escravos e, em 1663, iniciou-se a reconstrução da capela,
agora no topo do outeiro. Ao longo dos séculos XVIII e XIX, o morro foi sendo
desbastado para a obtenção de aterro para construção do porto. A igreja foi
demolida. Entre 1880 e 1884, o médico João Éboli, estabelecido em Santos,
mandou construir uma casa acastelada sobre o bloco de pedra restante. Após
longo processo de decadência, o local foi tombado em 1985 e reconstruído pela
Prefeitura em 1992. Hoje abriga a sede da Fundação Arquivo e Memória de Santos,
instituição responsável pela gestão dos arquivos públicos e da memória não
edificada da cidade. No Pantheon dos Andradas, construído ao lado do Conjunto
do Carmo, está o jazigo de José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da
Independência, e de seus irmãos Antônio Carlos, Martim Francisco e Padre
Patrício Manuel. O prédio inaugurado em 7 de setembro de 1923, conta com
monumento projetado pelo escultor Rodolpho Barnadelli e executado na Itália.
Além das urnas, o templo cívico apresenta quadros em bronze com cenas da
História do Brasil e inscrições de frases dos irmãos Andradas.
Foi o
Centro Histórico, compreendido pelo quadrilátero entre as ruas São Bento, São
Francisco, Constituição e o cais do Porto, que primeiro viu surgir uma cidade
próspera, vanguardista e, acima de tudo, bonita.

Prédios,
praças, ruas e vielas até hoje compõem um cenário que se caracteriza como
conjunto arquitetônico dos mais importantes dentre os remanescentes no Brasil.
Do simples colonial ao rebuscado barroco, da austeridade vitoriana à
suntuosidade neoclássica, a diversidade de estilos marca presença nas fachadas.
O estado de preservação caracteriza os imóveis construídos para ocupação
militar, residencial, comercial ou religiosa, já que a cidade se concentrava
naquela região até o final do século passado. Com o crescimento do porto e a
instalação da Ferrovia Santos-Jundiaí, houve necessidade de sanear o restante
da ilha, o que levou ao deslocamento da população para a praia.
Santos
é, enfim, uma cidade cheia de cultura impressa em seus monumentos, museus e
artes. Cidade sempre preparada para receber turistas o ano inteiro, dispõe de
muitas formas de lazer, entretenimentos, comércio, hospedagens, passeios, etc.
Em 1998, a
Organização das Nações Unidas apontou a cidade de Santos como a primeira no
estado de São Paulo em qualidade de vida, e a terceira do Brasil.
Léa e
Keli
www.santoscidade.com.br
Meu Atrativo:
Eleito pela população da cidade como o maior atrativo turístico da região
em 1999, o Monte Serrat é cartão postal de Santos. O sistema funicular de
bondes, planejado em 1910, foi construído em 1923, e o complexo, incluindo um
grande cassino, foi inaugurado em 1927. Seus exuberantes salões foram palco das
grandes festas da época áurea do café, e funcionou assim até a proibição do
jogo pelo Presidente Eurico Gaspar Dutra, em 1946. Hoje, o Cassino está
completamente reformado e sedia eventos e festas promovidas pela sociedade
santista. Ainda conta com lanchonete e equipamentos de lazer para as crianças.


No alto do Monte também está a Capela de Nossa Senhora do
Monte Serrat, padroeira da cidade, uma das atrações históricas da cidade,
datada de 1603. Todos os anos, no início de setembro, a festa de N. Senhora de
Monte Serrat atrai milhares de pessoas em procissão.
Local onde acontece também a tradicional prova de downhill, a
Descida das Escadas de Santos, são 417 degraus totalizando 650 metros.
Considerada a principal prova da modalidade do calendário nacional e uma das
maiores do mundo.
O acesso é feito por bonde funicular que parte de meia em meia hora.
Preço da passagem:
R$ 18,00 (ida e volta).
Praça Correa de
Melo, 33 - Centro - tel: (13) 3221-5665.
Ônibus a partir da
Praça Independência - linha 20









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