“As três primeiras viagens técnicas
aconteceram na maravilhosa cidade de Piracicaba, interior do estado de São
Paulo.”
PIRACICABA
Terra do peixe frito, da pamonha, da
cana-de-açúcar e da cachaça. Assim é Piracicaba, cidade a 165 km da capital paulista que também ganhou notoriedade por
sediar, desde 1974, o Salão Internacional de Humor, reunindo cartuns, charges e
tiras de várias partes do mundo.
O nome da cidade Piracicaba foi
imortalizado pela conhecidíssima canção “Rio de
Lágrimas” canção composta por Tião Carreiro, Piraci e Lourival
dos Santos e reproduzida por artistas como Almir
Sater e Chitãozinho e Xororó.
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PIRACICABA
Terra do peixe frito, da pamonha, da
cana-de-açúcar e da cachaça. Assim é Piracicaba, cidade a 165 km da capital paulista que também ganhou notoriedade por
sediar, desde 1974, o Salão Internacional de Humor, reunindo cartuns, charges e
tiras de várias partes do mundo.
O nome da cidade Piracicaba foi
imortalizado pela conhecidíssima canção “Rio de
Lágrimas” canção composta por Tião Carreiro, Piraci e Lourival
dos Santos e reproduzida por artistas como Almir
Sater e Chitãozinho e Xororó.
1° Viagem Técnica: “Vila Rezende e Rua do Porto”

Ao nono dia do mês de novembro de 2013, nós alunos do
curso técnico em guia de turismo do SENAC unidade de piracicaba – turma 2013
realizamos nossa 1° viagem técnica.Nessa, tivemos como destino a Vila Resende
e Rua do Porto na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo.
Fomos acompanhados pelo docente José
Francisco Gotardo e pela coordenadora Luciana Lima. Como foi a primeira viagem, o professor
avaliou, mas a questão do exercício da fala e nos auxiliou quando necessário.
Almoçamos no
restaurante “Roda de Vento” aonde apreciamos a culinária típica piracicabana
“os famosos peixes”, é claro à beira do Rio Piracicaba.
Nosso Destino
Vila Rezende: é um bairro da cidade de Piracicaba. Conhecido por seu estilo antigo, tradicional, e movido pelo forte comércio, o bairro da Vila Rezende começou a se desenvolver em meados de 1881, ano em que foi fundado Engenho Central de Piracicaba, transformando o bairro em uma grande área de atração de mão-de-obra. Naquela época, o bairro era formado por uma população predominantemente italiana, que trabalhava no plantio de cana-de-açúcar - atividade bastante exercida na cidade até os dias de hoje.
Tradicional Rua do Porto: ainda conserva a tradição ribeirinha e a história da fundação e do desenvolvimento de Piracicaba, Na Rua do Porto, é comum ver seresteiros, curureiros e amantes da música caipira tocando clássicos da viola e que representam a região. Esta rua é famosa por ter uma vista diferenciada do Rio Piracicaba, por proporcionar um passeio de barco pelas águas desse rio e pela gastronomia à base de peixes. Posta de filhote, piapara no tambor, espeto de pintado e cuscuz de peixe levam a fama dos restaurantes da Rua do Porto.
Roteiro:
1. Vila
Rezende – Amadeu
2. Igreja Imaculada Conceição – Neuza
3. Instituto
Baronesa – Beatriz
4. Aquário Municipal e antigo Restaurante Mirante– Daniel
5. Rio e
Salto – Léa
6. Mirante – Nádia
7. História de Piracicaba – Fábio
8. Ponte Estaiada e Elevador – Gabriel
9. Ponte pênsil esta interditada – Gabriela
10. Museu da Água – Helena
11. Fabrica Boyes – Elaine
12. Palacete
Boyes – Nestor
13. Casa do Povoador – Maria Luiza
Almoço: “Restaurante Roda dos Ventos”
Almoço: “Restaurante Roda dos Ventos”
14. Largo dos Pescadores (com. Festa do Espírito
Santo)- Keli
15. Rua do Porto – Cristiane
16. Casarão do turismo – Vanessa
17. Parque da Rua Porto – Jhonatas
18. Casa do Artesão – Maria Emilia
19. Engenho Central – Ricardo
20. Teatro do Engenho – Anderson
Meus Atrativos:
1.
Largo dos Pescadores
Antigamente, conhecido como porto de
piracicaba por causa da chegada e partida de monçoeiros e pescadores, que se
encontravam após a pesca.
Hoje o local retoma a história contada por seus
moradores, é pólo de atrativo cultural, artístico, manifestações populares,
sociais e religiosas2. Festa do Divino

Em piracicaba é realizada desde 1826,
acontece toda segunda quinzena do mês de julho no largo dos pescadores. É uma tradição portuguesa, foi instituída
com a rainha Santa Izabel, esposa do rei Trovador Dom Dinis.
Conta à lenda que a rainha Isabel era
sumamente caridosa, diariamente distribuía comida aos pedintes que se acercavam
dos muros do palácio. O número deles aumenta tanto que o rei (conhecido como
mão- fechada) proibiu tanta prodigalidade por parte da esposa.
Certa ocasião, Isabel carregando no
bolso do avental pedaços de pão, para distribui- los aos pobres encontrou o rei
em seu caminho.
-O que leva no avental? (perguntou o rei)
-Levo rosas, respondeu a rainha
-Quero ver.
Temerosa ela abre o pano e Dom Dinis vê
rosas, belas rosa.
Do “milagre das rosas” da cultura portuguesa, pode ter vindo o costume de distribuir pão, carne ou outros alimentos ao povo, nas festas do Divino. Segundo o saudoso folclorólogo piracicabano, Alceu Maynard Araújo, foi introduzido no Brasil, pelos portugueses por volta de 1765.
Do “milagre das rosas” da cultura portuguesa, pode ter vindo o costume de distribuir pão, carne ou outros alimentos ao povo, nas festas do Divino. Segundo o saudoso folclorólogo piracicabano, Alceu Maynard Araújo, foi introduzido no Brasil, pelos portugueses por volta de 1765.
No estado de São Paulo há dois tipos
distintos de festa do divino: a realizada no rio e na terra, As festas
realizadas na água revivem a tradição, pois as primeiras aconteciam no caminho
mais natural e mais fácil, os rios.
Em Piracicaba, quatro barcos são levados
ao rio uma semana antes da festa, recebendo a benção do padre. As quermesses
realizadas de quinta a domingo têm apresentação de cururu e outras danças
folclóricas.
Finalmente, no sábado o festeiro
libera a procissão do divino, levando os chamados “irmãos de baixo” para os
barcos menores, junto de suas bandeiras. Em seguida, retornam ao ponto inicial e
com os “irmãos de cima”, o festeiro se acomoda no barco grande, levando a
bandeira do divino.
Os rojões avisam que o barco saiu, e
assim, os irmãos de baixo sabem que é à hora de subir o rio. No momento do encontro, o mastro com a
bandeira do divino é erguido e se segue com a realização da missa campal. Fiéis
fazem ou pagam promessas e carregam uma réplica da bandeira do divino. No
domingo, acontece a “procissão de passagem”, a entrega da bandeira ao festeiro
do próximo ano.
Minhas Imagens durante meu Exercício




Fotos dos Atrativos e dos Alunos durante seus Exercícios
1. Vila Rezende – Amadeu

2. Igreja Imaculada Conceição – Neuza
3. Instituto Baronesa – Beatriz


4. Aquário Municipal e antigo Restaurante Mirante– Daniel

5. Rio e Salto – Léa

6. Mirante – Nádia

7. História de Piracicaba – Fábio

8. Ponte Estaiada e Elevador – Gabriel
9. Ponte pênsil esta interditada – Gabriela

Gabriela não compareceu
10. Museu da Água – Helena

11. Fabrica Boyes – Elaine


12. Palacete Boyes – Nestor

13. Casa do Povoador – Maria Luiza

Almoço: “Restaurante Roda dos Ventos”


14. Pula- Sou eu
15. Rua do Porto – Cristiane

16. Casarão do turismo – Vanessa


17. Parque da Rua Porto – Jhonatas

18. Casa do Artesão – Maria Emilia
Maria Emilia- Atestado Médico
19. Engenho Central – Ricardo


Docentes: José Gotardo e Luciana Lima

Fonte: Catálogo da Exposição Itinerante “desenhando o Patrimônio Cultural de Piracicaba”- IPPLAP (instituto de pesquisas e planejamento de Piracicaba)
Fonte : “Retrato das Tradições Piracicabanas”.
História e Folclore – Hugo Pedro Carradore
Fotos: Toda Turma















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